sexta-feira, 13 de novembro de 2015

QUE RESTE-T-IL DE NOS AMOURS?



"Quem veio ao meu show está dispensado de ir a meu enterro", disse Charles Trenet, pouco antes de morrer em sua última apresentação na sala Pleyel (Paris, abril de 2000).
Vítima de preconceito por assumir abertamente a sua homossexualidade e obrigado a provar que não era judeu na França ocupada pelos alemães, Trenet produziu uma série de hits. Um deles - Douce France - virou hino da Resistência, durante a ocupação nazista.
Cantor, compositor, letrista de cerca de mil canções, artista plástico, poeta e escritor, revolucionou a música francesa nos anos 40 com versos inspirados e estética semelhante aos poemas de Paul Éluard e Jacques Prévert. Por sua vez, influenciou compositores e intérpretes que lhe sucederam, como Charles Aznavour, Jacques Brel e Georges Brassens. (Wikipédia)
Musicou, esplendidamente, Chanson d'Autonne, de Paul Verlaine, considerado um dos maiores e mais populares poetas franceses.
Aqui, Charles Trenet em uma interpretação memorável, impregnada de delicadeza e elegância. 
márcia guimarães

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