segunda-feira, 30 de setembro de 2013

LA HABANA



CONHEÇO A HAVANA. 
É COM CERTEZA UMA DAS MAIS BELAS CIDADES QUE CONHEÇO EM QUATRO CONTINENTES.
O DRAMA É A TOTAL FALTA DE CONSERVAÇÃO. PORQUE? OS ESPECIALISTAS POLÍTICOS QUE RESPONDAM. MAS COM CERTEZA NÃO BASTA ATRIBUIR AO  DESUMANO EMBARGO DOS ESTADOS-UNIDOS.

LA VIDA ES UN SUEÑO

MINHA CASA. MINHA VIDA

PLANOS DE SAÚDE: OS ABUSOS CONTINUAM!

Vamos alertar os nossos amigos! pois é a LEI DO DIREITO  "Estatuto do Idoso"  Seguro de Saúde aos 60 anos - Alerta!!!!

Queridos amigos! Como sou uma das mais velhas de nossa turma e, sabendo que a maioria entra nos 60 ainda este ano, gostaria de alertá-los para o que aconteceu comigo em último. Sou assegurada da Amil  e recebi um novo Carnê com o valor de minha nova mensalidade indevidamente reajustado  em um plano mais ou menos alto (opção plus) faz mais de 10 anos. No início de novembro repor ter chegado aos 60. O valor que era de R$ 639,00 passou para R$1.787,00.

Indignada, resolvi entrar na justiça contra a Amil.
Procurei um advogado especialista em Pequenas Causas e levei: meu Contrato e Carnês para saber como deveria agir.
O meu Contrato previa um aumento de 165 % quando eu chegasse aos 60. Porém, meu Advogado esclareceu que embora eu tivesse assinado este contrato, existe um "*Estatuto do Idoso*"que *prevalece sobre o contrato* e, que não permite nenhum aumento depois dos 59 anos. Tudo que eles poderiam cobrar seria um reajuste de custos anual de acordo com a lei.
Baseado nisso, e sem deixar de pagar as prestações já aumentadas (paguei 2 meses) o Advogado entrou com uma petição contra o aumento e pedindo de volta, EM DOBRO, tudo que eu pagasse a mais, além, do que fosse legalmente decidido. Logo na primeira
Audiência a Amil foi citada para mandar um novo carnê com o valor antigo até a solução do caso. Finalmente saiu o resultado e
eu ganhei a causa. Fui 2 vezes ao Fórum, onde o Advogado da Amil disse que não haveria acordo e 2 meses depois saiu o veredicto.
Portanto, não aceitem os aumentos passivamente, é um abuso! A devolução em dobro do que paguei, eles estão esperneando para pagar, mas vão acabar tendo de fazê-lo e minha mensalidade passou para R$ 682,00 pelo menos até ao final do ano, quando deve sofrer mais um pequeno reajuste. Esqueci de dizer que como somos consideradas idosas, temos prioridade na marcação das audiências, o que fez o desenrolar mais rápido que o normal. Não se deixem enganar, nós temos nossos direitos. Fico imaginando quantas pessoas que por desconhecerem este Estatuto pararam de pagar e abandonaram seus seguros de saúde.

 Vamos alertar os nossos amigos!

NADA COMO UMA BOA PRANCHA DE SURFE!

A RAINHA DA NOITE

CONSIDERADA UMA DAS ÁRIAS MAIS DIFÍCIL DE SER CANTADA.
MAIS DE UMA SOPRANO TROPEÇA NESTE MOMENTO ESPECIAL 
DO GENIAL MOZART


PAVILHÃO PORTUGUÊS NA BIENAL DE VENEZA

Um pavilhão flutuante da autoria de Joana Vasconcelos irá representar Portugal, em Veneza (Itália), naquela que é a 55ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia. O projecto é comissariado por Miguel Amado.

Trafaria Praia é um cacilheiro que partiu de Lisboa, há três semanas, em direcção a Veneza, onde se apresenta como pavilhão português, entre o dia 1 de junho e 24 novembro de 2013. O cacilheiro pertence à Transtejo que o desactivou em 2011. Nos últimos seis meses, o navio sofreu transformações significativas no estaleiro Navaltagus, situado no Seixal. Em Veneza, o Trafaria Praia irá atracar junto à paragem de vaporetto dos Giardini e circular pela lagoa, de acordo com um horário pré-determinado, durante a referida Bienal. Assim, em vez de um convencional pavilhão com uma localização fixa, Joana Vasconcelos criou um pavilhão flutuante. 
Este projecto pretende analisar a relação histórica entre Portugal e Itália, que se desenvolveu através do comércio, da diplomacia e da arte. Lisboa e Veneza intersectam-se em diversos pontos; as duas cidades desempenharam papéis fundamentais na expansão da visão do mundo europeia durante a Idade Média e o Renascimento, redefinindo a imago mundi através do estabelecimento de redes entre o Ocidente e o Oriente. Trafaria Praia aborda a zona de contacto existente entre Lisboa e Veneza na contemporaneidade através de uma reflexão acerca de três aspectos fundamentais que as cidades partilham: a água, a navegação e o navio.


COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO.

GRANDES PORTUGUESES FORAM CAMÕES, EÇA DE QUEIROZ E FERNANDO PESSOA. MAS ACHO QUE ESTE HOJE É MAIS UM PAÍS DE GRANDES MULHERES. SOFIA DE MELO BREYNER, AMÁLIA RODRIGUES, PAULA REGO, E AGORA A JOANA VASCONCELOS. ESTOU ME LIMITANDO, É CLARO, AO DOMÍNIO DA CULTURA.

O PREFERIDO DOS DEUSES

As luminosas manhãs baianas voltaram!
Ao nadar no Porto da Barra - de translucidez “ardósica”, glauca, no qual uma frialdade primaveril marca presença, sob luz dourada e fresca como a auréola de um jovem santo -, vi um grupo de belos bodiões violáceos que pastava nas algas do fundo do mar.
Considerei-os um signo, um prenúncio, dos prazeres estéticos e sensoriais do verão!
Poder nadar no Porto da Barra há tanto tempo faz com que me sinta preferido dos Deuses.
Se eles não permitiram que eu morresse jovem, é porque reservavam algo extraordinário para mim.
Começo a perceber do que se trata.
Marcos A. P. Ribeiro

UM LEITOR INCONFORMADO (MAIS UM!)

Ficha limpa e aquilo roxo

Mais, muito mais do que navegar, ler o livro Uma chance para a verdade é preciso. O livro passeia em volta e vai fundo no fato histórico incontestável de que sempre estamos sendo enganados.

Desde que nascemos, somos enganados de boa fé por nossos pais, porque eles também estão sendo enganados, e somos enganados de má fé pelo sistema, pois para que a minoria dominante possa  usurpar, roubar e lucrar sem limites, explorando a maioria do povo de um país, com segurança, com impunidade e sem ameaças de vândalos com guilhotinas, o Estado e a imprensa patronal têm a função primordial de transformar pessoas em robôs ordeiros, alienados, mal informados e crédulos.

É o que acontece desde que a humanidade deixou de ser solidária em sua própria família e em seu grupo e passou a competir e a acumular bens e dinheiro individualmente.

Na idade média, a habilidade e a usura semita no controle da economia global, mediante o monopólio do sistema financeiro, estabeleceram as bases da exploração sistêmica da minoria, na mesma amplitude que vigora até hoje.

Esse destino semita de controlar a economia global, realizado pelos todos poderosos banqueiros judeus, foi consolidado no século 18 pelo senhor Mayer Amshel Rothschild (1744 – 1812), e muito didaticamente explicado por ele ao declarar aos quatro ventos, sem medo e sem pudor “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis”.

Então os Rothschild foram emitir e controlar o dinheiro naquela que seria a maior potência econômica do planeta, após a 2ª grande guerra mundial. E por falar em guerras, elas sempre foram a maior fonte de lucro da família e os Rothschild não sinalizavam o menor constrangimento em não tomar partido nas guerras, financiando os dois lados em conflito. Foi assim que eles financiaram os aliados para derrotar Hitler, como abasteceram Hitler de dinheiro suficiente para que ele, entre outros mal feitos, exterminasse judeus.

Esse lucrativo negócio de emitir e controlar o dinheiro de uma nação levou muito patriota norte americano a investir contra essa usurpação da soberania nacional. Mas qualquer cidadão influente que se manifestasse publicamente, ou tomasse alguma atitude contra essa espoliação, foi e ainda é sumariamente assassinado. Banqueiro poderoso e bem sucedido não pode ver seu negócio correr riscos.

James Garfield, por exemplo, o vigésimo presidente dos Estados Unidos, logo no início do seu governo, resolveu acabar com essa mamata dos banqueiros judeus emitirem e controlarem o dólar. Ele declarou publicamente a sua intenção, afirmando que “Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda indústria e comércio. Quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada por um punhado de gente poderosa no topo, não precisamos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão”. Garfield nem teve tempo de apresentar a lei devolvendo ao Departamento do Tesouro a função usurpada pelos Rothschild. Uma semana depois ele foi assassinado.

Os Rothschild e seus sócios no Federal Reserve continuaram firmes no princípio estabelecido por Mayer Rothschild de só cuidarem de emitir e controlar o dinheiro, até o ano de 1963, quando o presidente John Kennedy, com o apoio do Congresso, conseguido através do empenho e prestígio de seu irmão, o senador Robert Kennedy, promulgou a Ordem Executiva nº 11.110, que punha um fim às regalias do Federal Reserve, o banco central privado norte americano, passando para o Departamento do Tesouro a soberana incumbência de emitir e controlar a moeda do país. 

Os Kennedy foram assassinados num golpe de estado e o poder político nos Estados Unidos da América passou a ser exercido diretamente pelos banqueiros judeus, que imediatamente retirou de circulação centena de milhões de dólares, lastreados em prata, emitidos pelo Departamento do Tesouro, devolveu ao Federal Reserve os seus privilégios de emitir e controlar a moeda do país e coloca, a partir de então, um seu funcionário na presidência do país.

Logo em seguida, preparando o grande golpe financeiro global, anunciado pouco depois por Richard Nixon, gerente do Federal Reserve no exercício da presidência da maior potência econômica, bélica, atômica e política do mundo, todos os países satélites sul americanos sofreram sucessivamente golpes de estado, para retirar do poder presidentes eleitos democraticamente, substituídos por confiáveis funcionários militares do Federal Reserve.

Finalmente, no dia 15 de agosto, num modorrento domingo do ano de 1971, Richard Nixon comunicou ao mundo que a partir de então a paridade do dólar com o ouro deixava de existir. Vingativos e usurários, os patrões de Nixon então passaram a emitir o dólar à rodo e o mundo viu-se diante de uma enxurrada de dólares sem lastro, provocando um excesso dessa moeda em poder dos banqueiros.

E foi assim que banqueiros do mundo inteiro miraram os quintais do mundo capitalista, oferecendo empréstimos a taxas nunca vistas, em torno de 5% ao ano. uma festa de arromba, uma orgia colossal com esse papelzinho verde sem lastro dos judeus. Todos os países latino americanos, exceto Cuba, tomaram vultosos empréstimos, comprometendo-se até a medula com esse dinheirinho barato, imposto ao mundo como moeda de trocas internacionais.

Mais ou menos 10 anos durou essa farra, porque, em 1979, os banqueiros judeus decidiram, unilateralmente, elevar as pequenas taxas de juros de 5% ao ano para estratosféricos 20% ao ano, pegando todos os países tomadores com as cuecas na mão. Em 1981, a situação econômico-financeira dos países devedores chegou ao limite do desespero subserviente. Em 1982, México, Argentina, Brasil e Peru naufragaram numa crise sem precedentes, obrigando-os a suspender o pagamento das parcelas desses empréstimos. A mesma crise que hoje está afundando a Grécia, a Itália, a Espanha, a França, Portugal e países do leste europeu.

Conforme prevê vários princípios de Direito Internacional e o bom senso, qualquer alteração nas taxas e condições inicialmente pactuadas entre as partes exige uma ampla revisão contratual. Isso sem falar no absurdo conflito de interesses, porque os banqueiros credores são os mesmos que comandam as instituições financeiras globais que determinam a variação das taxas de câmbio e de juros. Apesar de tudo isso, nenhum pinto país deu um pio sequer, porque todos, isso mesmo, todos os governantes de hoje são mensaleiros dos banqueiros.

O socorro da raposa às galinhas veio através do FMI, também controlado pelos mega banqueiros judeus. Acenando com empréstimos para o pagamento dessa dívida ilegal e imoral, o FMI exigiu como garantia que os países devedores fizessem acordos, transferindo para seus bancos centrais todas as dívidas que foram contraídas por empresas privadas e por instituições públicas. E isso foi logo feito, porque já estava previamente ajustado.

Aqui no Brasil, todas as dívidas de empréstimos internacionais, tanto as dívidas do setor público, quanto as dívidas do setor privado, foram assumidas pelo Banco Central do Brasil. Isso mesmo, o BC assumiu o papel de devedor de um dinheiro que o Tesouro Nacional nunca recebeu, nem receberia, porque toda essa dinheirama foi embolsada por empresas privadas estrangeiras com filiais no país, na maioria das vezes através de operações triangulares fraudulentas, para burlar a nova lei de remessa de lucros para o exterior.

Isso mesmo, pagamos por uma dívida bilionária, da qual nunca vimos um tostão sequer, enquanto o governo se esforça para atingir a meta de superávit primário, para pagar juros e amortização dessa dívida, fraudada e prescrita, ficando praticamente sem recurso algum para promover o bem estar da população.

Hoje, a dívida pública brasileira, que é paga por todos nós, está em mais de 3 trilhões de reais, o que corresponde a mais de 48% do orçamento da União. E essa dívida não para de crescer, porque existe um esquema, uma máfia global da dívida pública, controlada pelos banqueiros do Federal Reserve, que transfere diariamente recursos públicos para o setor financeiro privado. Essa máfia determina a política econômica dos países, estabelece as principais metas de cada governo, metas que nunca são o bem estar social, mas, é claro, são o superávit primário e as metas de inflação, para assegurar o pagamento prioritário da amortização da dívida pública e de juros da dívida, que atualmente aqui no Brasil consomem mais de 2,3 bilhões de reais por dia. Repetimos, 2,3 bilhões de reais por dia! Dinheiro que dá para oferecer transporte público gratuito de alta qualidade, ensino público gratuito de excelência e assistência médica gratuita eficiente a toda população brasileira.

A máfia da dívida pública global atua livremente no modelo político, econômico, no sistema legal e na imprensa patronal, contando para isso com o luxuoso e bem remunerado auxílio de vendilhões da pátria, no executivo, no legislativo, no judiciário, no empresariado e na mídia. Por exemplo: formulada, votada, aprovada e promulgada no governo de Fernando Henrique Cardoso, a Lei de Responsabilidade Fiscal, aparentemente feita para moralizar a gestão pública, nada mais é do que um instrumento legal que obriga os governantes, funcionários do Federal Reserve, a priorizar o pagamento da dívida pública aos banqueiros, sobre qualquer outro pagamento. Isso mesmo, caso ocorra uma calamidade social e o gestor público escolha não pagar a divida, para utilizar dinheiro público no socorro às vítimas da tragédia, o gestor não pode fazê-lo sem pagar muito caro por isso, porque a Lei de Responsabilidade Fiscal manda aplicar o Código Penal, criminalizando e punindo o gestor público, obrigando-o a devolver ao Tesouro Nacional o dinheiro “ilicitamente” gasto para socorrer a população.

A História da dívida pública brasileira é revoltante. É puro vandalismo do capital. Como todos nós brasileiros, o Brasil já nasceu endividado de um dinheiro não desfrutado, obrigado que foi a pagar dívidas de Portugal com os banqueiros judeus da Inglaterra.

Em 1970, um período negro, de total falta de transparência, apelidado de “Milagre Brasileiro”,  a ditadura assumiu inúmeros empréstimos para assassinar os legalistas e realizar obras faraônicas de infraestrutura, superfaturadas, como a delirante e perdulária rodovia Transamazônica, que até hoje, passados mais de meio século, continua intransitável, inacabada.

Do vultoso valor desses empréstimos da ditadura militar, a CPI da dívida pública só encontrou documentos contratuais comprobatórios de menos de 20% do valor dessa dívida. O Banco Central do Brasil assumiu 100% de uma dívida contraída no exterior, cuja origem só tem comprovação documental de menos de 20%. Isso mesmo, mais de 80% da dívida pública brasileira foi torrada pela ditadura militar para enriquecer políticos e oligarcas subservientes e para torturar e assassinar patriotas revoltados, “vândalos”, “terroristas”, que deram suas vidas numa luta solitária e desigual, para impedir tamanha espoliação e trazer de volta ao Brasil o estado democrático de direito.

O Banco Central do Brasil, isto é, o povo brasileiro é devedor de uma dinheirama que nunca recebeu. Assumir o ônus de dívida dessa natureza, por si só é um forte indício de total ilegitimidade dessa dívida.

Os acordos assinados pelo Banco Central do Brasil estipulam o pagamento de uma parte dos juros e a maior parte é incorporada ao saldo devedor. Por essa razão, a dívida pública brasileira não para de crescer, por mais que se pague. Virou uma bola de neve montanha abaixo, ou uma vaquinha verde e amarela indo firme na direção do brejo.

Nos anos da década de 1980, a nossa dívida pública foi muito discutida em comissões do Congresso Nacional. Em 1983, uma dessas comissões produziu um relatório impecável, apontando verdadeiros crimes de lesa pátria. A imprensa patronal abafou o assunto e a denúncia não foi adiante. Esconderam a verdade!

Em 1987, tendo como relator o senador Fernando Henrique Cardoso, outra comissão do Senado Federal confirmou os crimes financeiros praticados por brasileiros e estrangeiros contra o Brasil e também não repercutiu. Garantiram a impunidade!

Como um pálido resultado de tanto debate, os constituintes incluíram na atual Constituição Federal um dispositivo indicando a necessidade de ser feita uma auditoria da nossa dívida pública. A comissão formada para fazê-la esbarrou em muitos obstáculos e problemas políticos, provocados pela maioria parlamentar do governo neoliberal. Mesmo assim, aos trancos e barrancos, o relator da comissão de auditoria da dívida, senador Severo Gomes, após análise dos documentos apresentados e dos aspectos jurídicos dos acordos, chegou à conclusão de que as abusivas cláusulas contratuais eram nulas de pleno direito. Isso mesmo, de acordo com a lei internacional a nossa dívida não existe.

Severo Gomes escreveu em seu relatório: “Esses acordos colocam o Brasil de joelhos, sem brios poupados, inerme e inerte, imolado à irresponsabilidade dos que negociaram em nosso nome (grifamos) e à cupidez de nossos credores. Renúncia de soberania talvez nós já tenhamos tido algumas, mas uma renúncia declarada à soberania do país é a primeira vez que consta de um documento e faz dele talvez o mais triste da história política do país”. Mais uma vez o escândalo foi abafado pelo governo e pela imprensa patronal e a dívida pública brasileira continuou crescendo. E continuamos sendo enganados!

O mais grave de tudo é que, além de ilegal, essa dívida foi prescrita. Em idêntica situação a do Brasil, o Equador obteve a declaração de prescrição da dívida nos tribunais internacionais, aos quais jamais recorreram os nossos governantes neoliberais do PSDB e aliados e os neoneoliberais do PT e aliados.

Em 1992, a dívida pública brasileira com os banqueiros do Federal Reserve foi prescrita. Os acordos da década de 1980, assinados em Nova York, são regidos pela lei local. Segundo a lei local, as dívidas prescrevem seis anos após a interrupção de seus pagamentos, se não forem reclamadas pelos credores, pois quando uma parcela da dívida deixa de ser paga, na data estipulada, dá-se a antecipação do vencimento de toda dívida.

Em 1986, o Brasil interrompeu o pagamento dos juros de todos os acordos assinados pelo Banco Central. A partir da data da interrupção do pagamento dos juros, começa a transcorrer o prazo de prescrição. Seis anos se passaram sem haver qualquer reclamação por parte dos credores, tanto na esfera administrativa, quanto na diplomática ou judicial. O Banco Central do Brasil não foi instado pelos credores a efetuar o pagamento e a dívida foi prescrita. A nossa dívida com os banqueiros judeus morreu em 1992! Ninguém divulga esse fato. Continuamos enganados pelo sistema.

Nesse mesmo ano de 1992, tem início a maior negociata da História do Brasil. Diante dela, tudo que se rouba e se roubou, antes e depois dos dois governos do PT, não passa de tostões furados. Diante dessa negociata da ressurreição de uma dívida morta, Diceus, Delúbios, Valérios, Lulas, filhos de Lula, Dilmas e companhia, em princípio, são meros trombadinhas.

Morta a dívida, o governo nem esperou os três dias bíblicos para promover a sua ressurreição. A mega corrupção da ressurreição da dívida morta começou ainda no ano de 1992, quando o governo e a maioria governista no Senado Federal pressionaram para que fosse aprovada uma resolução autorizando uma nebulosa negociação no exterior de mais de 60 bilhões de dólares. Essa pressão para aprovação da resolução foi tamanha e tão eficiente, que o documento saiu do Ministério da Fazenda para o Senado, foi aprovado a toque de caixa e no mesmo dia da aprovação foi publicado no Diário Oficial o parecer favorável da Procuradoria da Fazenda. Uma velocidade e eficiência jamais vistas na burocracia brasileira.

Dessa tenebrosa negociação, sabe-se apenas que ela aconteceu no Canadá, mas o seu instrumento contratual jamais apareceu. O time escalado pelo Ministério da Fazenda e Banco Central, para fazer essa negociação tinha 3 nomes, que ganharam grande destaque nos anos subsequentes: Armínio Fraga, Pedro Malan e Murilo Portugal. Esses três mosqueteiros não possuíam cargos no governo e lideraram as negociações como meros consultores.

Com essa negociação de picaretas, feita em 1992, toda a dívida da década de 1980 com os banqueiros do Federal Reserve foi transformada em títulos, papéis de dívidas negociáveis no sistema financeiro, conhecidos como bônus brandy.

Esse conhaque de malandragem ficou envelhecendo em barris de lama, de 1992 até encontrar ambiente propício para o seu consumo, o que se deu em 1994, no governo de Fernando Henrique Cardoso, porque o Presidente Itamar Franco, um dos raros políticos honestos na História do Brasil, não podia saber dessa bandidagem que acontecia nos subterrâneos do seu governo. Os três mosqueteiros da picaretagem foram nomeados por FHC para cargos estratégicos em seu governo. O consultor Pedro Malan virou Ministro da Fazenda; o consultor Murilo Portugal virou Presidente do Tesouro Nacional e o consultor Armínio Fraga virou Presidente do Banco Central. Que tal?

Quanto à conversão da dívida em papéis negociáveis, essa operação de tão escandalosamente suspeita não foi aceita por bolsas de valores regulares e foi feita no remoto paraíso fiscal de Luxemburgo, onde 9 entre 10 bandidos do mundo lavam ou escondem o seu dinheiro sujo. E além de tudo, essa foi uma conversão direta de títulos, porque, sem o menor interesse de oferecê-los ao mercado, recebendo dinheiro em troca, o governo escolheu fazer uma troca direta de papel sujo por papel podre e, ainda por cima, pagando juros, comissões, encargos, propinas e tudo de habitual nesse tipo de operação. E mais uma vez, centavo algum entrou no país. E a dívida cresce sem parar, toda vez que se assume uma dívida sem receber dinheiro em troca. Dívida sem contrapartida. Em 1994, no governo Fernando Henrique Cardoso, o país converteu em bônus brandy uma dívida morta.

Mas o grande golpe não fica por ai. Essa moeda podre foi usada para comprar as melhores e mais rentáveis empresas públicas do Brasil, na segunda maior negociata de nossa história, a orgia das privatizações do PSDB. Quando esse papel podre entrou no Tesouro Nacional, em 1994, o seu suspeitíssimo presidente Murilo Portugal trocou esse papel podre por dívida interna, dando início à nova bola de neve da dívida interna, cujos credores majoritariamente são estrangeiros, são os donos do Federal Reserve.

Depois veio outra grande negociata, a do Plano Real, com altíssimas taxas de juros internos e importações livres, para forçar a indústria brasileira a baixar os preços e falirem, como muitas indústrias brasileiras, de fato, faliram, ou foram vendidas a empresários estrangeiros, à preço de banana.

A euforia de importações do Plano Real foi paga com o Brasil abrindo para o investidor estrangeiro a compra de títulos da dívida interna, que paga os maiores juros do mundo. Foi assim que o Brasil de FHC controlou a sua inflação: divida externa para ressuscitar dívida morta e dívida interna para sustentar o Plano Real.

O benefício para a nação não veio em forma de educação, de saúde, de segurança, de transporte, de emprego. Pagamos os mais elevados tributos do mundo para nada receber em troca e ver, com toda ordem e sem progresso, o nosso dinheiro  ser transferindo para o sistema financeiro e gordíssimas propinas para os bolsos e cuecas de seus agentes no país.

Fizemos essa volta enorme, para desenterrar a verdade escondida de um povo traído, enganado pelo seu governo. Mudam os governos, mas os nossos presidentes são todos eles funcionários do Federal Reserve. Ou será que a presidente Dilma também está sendo enganada e desconhece tudo isso embaixo de seu nariz?

Fizemos essa volta enorme, para dizer que não adianta pintar o rosto de verde e amarelo e ir ordeira e pacificamente fazer estéreis manifestações cívicas, nas avenidas e praças brasileiras.

Precisamos, sim, de um presidente que tenha ficha limpa e aquilo roxo. Dilma tinha aquilo roxo, quando lutou e se arriscou para devolver ao país a democracia roubada pela ditadura. Hoje aquilo dela empalideceu, perdeu a cor.

Quando o seu colega do Federal Reserve Barack Obama soube que documentos sigilosos tinham sido levados do serviço secreto americano por um patriota, ele imediatamente ligou para Dilma e a preveniu que aquilo que todo mundo desconfia ia ser revelado pela imprensa internacional. Repassou instruções superiores para que ela ficasse revoltada por “saber” que o país está sendo monitorado por Washington e se mostrasse publicamente bastante “desapontada” com isso, fizesse birra, desmarcasse encontro, o escambau, mas que estava terminantemente proibida de dar asilo ao patriota americano, que revelou documentos ultra secretos sobre o controle norte americano das comunicações confidenciais de outros países.   

Porque tem ficha sob suspeita e aquilo rosa, Dilma fez esse teatrinho mambembe de estar indignada com a espionagem americana. Caso fosse séria e governasse um país soberano, ela deixaria de pagar a dívida que não devemos, no primeiro dia de governo, e teria, sim, dado asilo político a Edward Snowden.  


Fizemos essa volta toda, para dizer que a suspensão do pagamento de nossa dívida prescrita só se dará quando mais “vândalos” esclarecidos invadirem as ruas com seus ardentes fachos revolucionários e um ficha limpa, com aquilo roxo, assumir a presidência do Brasil.

UMA LEITORA CONFORMADA INFORMA

Ainda que tenhamos mais do que razão de reclamar do nosso precário serviço de transportes urbanos, aliado a um trânsito caótico, ainda assim , " tudo sempre pode ser pior", seguindo a Lei de Murphy .
Vejam, no link, a seguir, e pasmem com o que acontece no cotidiano de Bangladesh.
um dos países mais densamente povoados do mundo, que faz fronteira com a India.

Depois do que assistimos, ainda que sejam mais do que justas as nossas reivindicações, resta-nos agradecer o que já temos.

UMA LEITORA INCONFORMADA ESCREVE

"Deixa eu ver se entendi ... então o Governo Federal 

traz para o Brasil médicos estrangeiros sem 

capacidade comprovada e sem revalidação de 

diploma, e joga esses profissionais despreparados

 para atender o povo no SUS.

Além disso, deixa nossos hospitais públicos caindo aos pedaços.

Enquanto isso, investe dinheiro no melhor e mais caro hospital privado do Brasil, que funciona com tecnologia de ponta em todos os setores, e conta com mão de obra extremamente qualificada, e que "coincidentemente" é o hospital para onde vão nossos gloriosos políticos quando ficam dodói! 
É isso mesmo?"
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domingo, 29 de setembro de 2013

O CARNAVALITO DA PRIMAVERA


 A primavera ainda não tem uma semana de vida e já chegaram os primeiros calores. De repente, vejam só, a brisa fresquinha pára e um bafo vulcânico vem anunciar janeiro. E nem começaram as natalinas propagandas Ô, Ô, Ô!
Após duas semanas de insistência em oferecer em vão – e de graça! – no facebook, eis que, hoje, sábado, finalmente, um monte de gente tocou o timbre de minha casa para pegar filhotes de palmeiras rabo-de-peixe, de palmeiras imperiais, de pés de jasmim e de pitanga... Levaram uma floresta completa de meu modesto jardim.
Não é bom contribuir para uma cidade mais verde?
De manhã fiz uma geléia de limão da ilha. Não é tão fácil como parece. Saiu ótima!


De tarde, como tantas vezes, fui tomar meu expresso no Cafelier e refazer o mundo com o amigo Paulo. Lá encontro o Eckenberger entre duas deprés, as irmãs Rita e Cecília, sempre caprichando no visual, a Sandra, a Reré, sempre de vestido novo, o Renato... Vez ou outra aparece o Bernard Attal e sua linda Gel. Como o meu bairro mudou desde os anos 70...
Na ampla mesa oval, pego um modesto programa.  Anuncia um carnavalito no largo. Vamos lá? proponho ao velho amigo parisiense, o pintor Bruno. 


Vamos! Debaixo das últimas árvores que as diversas prefeituras esqueceram de arrancar, vários tambores, prenuncio de uma banda. Como pano de fundo, o forte iluminado. Mais a direita, a igreja. Nossos antepassados nos deixaram um bairro tão charmoso... Durante quase quatro décadas, aqui me senti num provinciano povoado, longe da cidade tentacular. Que pena, após tantos anos, o bairro decretado patrimônio mundial pela Unesco, continuar maltratado por nossos “irresponsáveis”, se assemelhando cada dia mais á Massaranduba ou Liberdade!
Pequenos grupos correm pelas ruas pedindo informações bizarras sobre detalhes das casas do bairro. É o “Botongrafia”, jogo inventado por uma mocinha de chapéu de feltro que faz curiosas interferências no bairro. Neste caso uma forma original de levar os moradores a conhecerem melhor seu bairro e, portanto, a amar-lo. A premiação será oficializada no correto, talvez o último da capital.


Mas a alma desta nova safra de moradores é um jovem músico, que carrega sobre seus sólidos ombros a banda “Água no feijão”. Não tardarão em sair do largo, anunciados pelo estranho inseto, longo de uns quinze metros, que adolescentes distraídos devem ter inventado, aguardando um vôo improvável, haja visto os inúmeros buracos.


De repente, toda a rua se transforma num palco alegre e feliz. Abrem-se portas e janelas para ilustrar a canção de Chico Buarque. 

Carro de som pra quê? Basta algo semelhante a um carrinho de café para aumentar o som na justa medida. Todos os componentes deste grito de carnaval são, sem dúvida, de meios culturais, e quase todos moradores do Santo Antônio. 


Enquanto vou fotografando, minhas divagações me levam aos anos 70, quando aqui pousei com minhas malas e meus sonhos. Súbita emoção por ver o velho bairro renascer, graças a estes jovens que entenderam a beleza do tradicional casario e, aos poucos, lhe restituem as magias esquecidas.

Acompanharemos por um bom tempo este momento mágico, singelo e poético...

ELA CHEGA. COMO ENCARA-LA?

RECEBO DE AMÁLIA REY ESTE IMPORTANTE DOCUMENTO.

"Assistam,  através do link, a seguir, à comovente entrevista com o escritor e debatedor dinamarques Knud Romer,sobre uma realidade, mais do que comum e REAL, que retrata a saga dos velhos na Dinamarca.

O entrevistado traz-nos em seu discurso, aparentemente fleumático, não somente a indignação de um cidadão comum, mas a dor da experiência vivida, na condição de filho, junto ao seu próprio pai, acometido de Demência Senil (Alzheimer), como tantos outros velhos que lá vivem institucionalizados.

A partir dessa realidade, o entrevistado, na condição de cidadão comum, decidiu realizar um documentário com profundas reflexões sobre o abandono da velhice em sociedades ditas ricas, prósperas e avançadas como a dele.

Observem que isto acontece na Dinamarca, considerado um país avançado e com um dos mais altos padrões de vida do mundo, cujo índice de analfabetismo é zero...
Para que serve mesmo tanta "evolução" ?
Com um certo vislumbre premonitório e, pelo andar da carruagem, poderiamos transpor e potencializar esta realidade para o nosso país. Um pais que não se deu de conta, ainda, que a população de velhos cresce, assustadoramente e, com ela, a quase inexistência de Políticas Públicas , de Prevenção e de Programas de Cuidado e Apoio ao Idoso.

Quem cuidará, então, de nossos velhos?
Daqueles, considerados improdutivos, descartáveis e à margem das sociedades montadas em REDES.
A família, mudou de lugar.  A família adoeceu.
.
Agrava-se, ainda mais, a situação nas grandes metróples, no ir e vir desenfreado e histérico; na busca da garantia pela sobrevivência e pelo status. enfim, o que é pior, no esfacelamento dos laços e referências de afetos.

Sem falar que o custo de um cuidador de idosos é para poucos, privilegiados.
E mais... não os há nem com formação técnica, nem com profissionalismo, nem com o que é mais necessário : a amorosidade do saber CUIDAR.
É necessário, pois, reorganizar a sociedade.
É necessário rever o SENTIDO da vida e os Princípios que a regem, do contrário o que está por vir - o porvir - será imprevisível e os altos preços a pagar. já se anunciam aos nossos olhos.
Para onde foram os valores humanos fundamentais, como a ética, a moral , a solidariedade, a humanidade mesma? 
Para onde foram?
Que exemplo e que herança deixaremos para nossos filhos, netos e bisnetos? 

Talvez tenhamos que (re)aprender a SER .

A propósito, considero oportuno indicar a leitura do livro " A essencial arte de parar" , de Dr. David KundtzEditora Sextante, RJ


VOCÊ PODE PASSAR UMA VIDA SEM SABER



...MAS SABER UM POUCO MAIS
 NÃO FAZ MAL A NINGUEM

O vidro demora um milhão de anos para se decompor, o que significa que nunca se desgasta e pode ser reciclado um número infinito de vezes! 

O ouro é o único metal que não enferruja, mesmo estando enterrado no solo por milhares de anos. 

A língua é o único músculo do corpo que está ligadoa penas a uma extremidade. 

Se você parar de ficar com sede, você precisa beber mais água. Quando o corpo humano está desidratado, o mecanismo de sede é desligado. 

A cada ano, dois milhões fumantes param de fumar ou morrem de doenças relacionadas com o tabaco. 

Zero é o único número que não pode ser representado por algarismos romanos. 

Pipas foram utilizadas na Guerra Civil Americana para entregar cartas e jornais. 

A canção, Auld Lang Syne, é cantada a meia-noite, em quase todos os países de língua Inglêsa para celebrar o novo ano. No Brasil, Portugal, França, Espanha, Grécia, Polônia e Alemanha, é uma canção de despedida. (Adeus amor eu vou partir…) 

Beber água depois de comer reduz 61 por cento do ácido na boca. 




O óleo de amendoim é usado para cozinhar em submarinos, porque não solta fumaça a menos que seja aquecido acima de 450F ou 232C.

O barulho que ouvimos quando colocamos uma concha junto ao nosso ouvido não é o oceano, mas sim o som do sangue correndo nas veias da orelha.

Nove em cada 10 seres vivos vivem no oceano.

A banana não pode reproduzir por si só. Ela só pode ser reproduzida pela mão do homem.

Aeroportos em altitudes mais elevadas requerem uma pista mais longa, devido à menor densidade do ar.

A Universidade do Alaska abrange quatro fusos horários.

O dente é a única parte do corpo humano que não pode se curar or regenerar.

Na Grécia antiga, jogar uma maçã a uma mulher era uma proposta de casamento. Pega-la significava aceitação.

Warner Communications pagou 28.000 mil dólares para os direitos autorais da canção Parabéns pra Você.

As pessoas inteligentes têm mais zinco e cobre em seu cabelo.

A cauda de um cometa aponta sempre para longe do sol.

A vacina contra a gripe suína em 1976 causou mais mortes e doenças do que a doença pretendia evitar.

A cafeína aumenta o poder da aspirina e outros analgésicos, é por isso que é encontrada em alguns medicamentos.

A saudação militar é um gesto que evoluiu desde os tempos medievais, quando os cavaleiros de armadura levantavam suas máscaras para revelar sua identidade.

Se você estiver no fundo de um poço ou embaixo de uma chaminé alta e olhar para cima, você verá as estrelas, mesmo estando no meio do dia.

Quando uma pessoa morre, a audição é o último sentido a desaparecer. O primeiro sentido perdido é a visão.

Nos tempos antigos estranhos apertavam as mãos para mostrar que estavam desarmados.

Morangos são os únicos frutos cujas sementes crescem na parte exterior.

Abacates têm calorias mais altas do que qualquer outra fruta: 167 calorias para cada cem gramas.

A Lua se afasta da Terra cerca de dois centímetros por ano.

A Terra fica 100 toneladas mais pesada a cada dia devido à queda de poeira espacial.

Devido à gravidade da Terra é impossível montanhas serem mais altas do que 15 mil metros.

Mickey Mouse é conhecido como "Topolino", na Itália ..

Soldados em formação não podem marchar quando atravessam pontes, porque poderiam criar vibração suficiente para derrubar a ponte.

Tudo pesa um por cento menos no equador.

Para cada kg adicional de carga em um vôo espacial, 530 kg adicionais de combustível são necessários para decolagem.

A letra J não aparece em qualquer lugar da tabela periódica dos elementos.


E por último...

Isso é chamado de "sacos de dinheiro"... envie esta mensagem a 5 pessoas e em 5 dias você receberá sua recompensa.
Baseado na crença Chinesa Feng Shui, aquele que não repassar terá problemas de dinheiro para o resto do ano.

Supersticioso ou não,repassei porque as informações são interessantes e curiosas.

 

ESTRAGOU TUDO!

Nova capa da The Economist: Brasil estragou tudo!

A revista britânica The Economist causou furor na esquerda quando colocou, em 2009, o Cristo Redentor decolando em sua capa, para sinalizar que o país agora iria decolar. Quatro anos depois, a capa que estará nas bancas hoje é oposta: o Cristo rodopiou e embicou rumo à Baía da Guanabara.
Ainda não li a matéria, claro. Mas a imagem vale por mil palavras. O Brasil perdeu mais uma grande oportunidade que o mundo lhe ofereceu. As condições macroeconômicas eram extremamente favoráveis na época. Bastava o governo não fazer besteira demais…
Mas fez. Essa premissa é que se mostrou ingênua. Era um governo desenvolvimentista, intervencionista, arrogante, que não gosta do livre mercado, que pensa ser possível e desejável controlar cada detalhe da economia. Deu no que deu.
Para colocar esse Cristo novamente na trajetória de alta, só trocando esse governo mesmo. Porque esperar que tenham aprendido a lição é esperar por um milagre!
Em tempo: resta saber se aquela revista, que depende bastante de verbas estatais e tem parceria com a The Economist no Brasil, dará destaque a essa grande matéria de capa dessa vez.

sábado, 28 de setembro de 2013

GRANDEZA E DECADÊNCIA DE ZÉ DIRCEU

Procurador quer controlar filme sobre vida de Dirceu

O Ministério Público enviou uma recomendação à Ancine (Agência Nacional de Cinema) pedindo que o filme sobre a vida do ex-ministro José Dirceu não se transforme numa obra de apologia e culto à personalidade feita com dinheiro público.
Em agosto, a Ancine autorizou a captação de R$ 1,53 milhão, através da Lei Rouanet, para a realização da obra.
Na recomendação, o procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Marinus Marsico chamou atenção para o fato de o filme ser viabilizado através de recursos públicos e tratar de um político de "renome, ainda vivo".
"Recomendo atentar (...) para o atendimento aos princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade, de forma a evitar que a obra constitua em apologia e culto à personalidade (...) considerando que essa iniciativa envolve renúncia de receitas públicas", diz trecho do ofício enviado ao presidente da Ancine, Manoel Rangel.
Produzido pela Tangerina Entretenimento, da cineasta Tata Amaral, "O Vilão da República" deve tratar do período que Dirceu foi chefe da Casa Civil até a condenação no julgamento do mensalão.
Amaral já teria cerca de 20 horas de gravações, entre elas cenas do cotidiano de Dirceu durante o julgamento.
A recomendação não tem poder de interferir na produção, mas pode ser usada como argumento para reforçar um futuro processo caso o Ministério Público entenda que dinheiro público foi usado para fazer apologia a Dirceu.
Procurado, o Ministério da Cultura não comentou a recomendação até o fechamento desta edição. A Ancine disse que ainda não redigiu uma resposta ao procurador. A Tangerina informou que Tatá Amaral só falará sobre o caso no mês que vem, quando voltar de uma viagem.

COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO

SÓ FALTAVA ESSA: UM FILME SOBRE O MENSALEIRO ZÉ DIRCEU!
SERIA ESTE O PRIMEIRO PASSO PARA UMA BEATIFICAÇÃO?

QUANTA DECEPÇÃO!

O AVIÃO QUE NÃO TOMAREI NUNCA!

Companhia aérea anuncia avião com piso de vidro.

Virgin Airlines diz que Airbus A320 adaptado entrará em operação em breve; tripulação será treinada a acudir quem tiver crises de pânico

Editora Globo
Piso é feito de vidro especial para aviação (foto: divulgação)
Se você tem medo de altura, fique longe disso: a companhia aéreaVirgin Airlinesanunciou a criaçãodo primeiro avião do mundo com piso de vidro. A invenção, mantida em segredo até hoje, quer garantir aos passageiros “uma experiência de voo sem paralelos, e também uma seleção de paisagens de tirar o fôlego que podem ser vistas do conforto de seus assentos”. 

O projeto foi criado pelo departamento de inovação da companhia e deve entrar em operação em breve. O avião é idêntico ao Airbus A320 padrão já usado em linhas domésticas na Grã-bretanha - a diferença é uma faixa de vidro na parte de baixo. O material utilizado é o vidro padrão usado na aviação. 

O avião também tem outra diferença: a tripulação será especialmente treinada para acudir passageiros que eventualmente tenham crises de pânico.

Veja mais fotos do avião:
Editora Globo  
Editora Globo

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO: PROFISSIONAIS.

Profissionais, estudantes e colegas da Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, O Projeto de lei nº 390/07 de autoria do Senador Edison Lobão (PMBD/MA),  que regulamenta a profissão do Conservador-Restaurador de Bens Culturais, foi encaminhado favoravelmente pelo relator Senador Sérgio de Souza (PMBD/PR) à sanção da Presidência da República, que o vetou na sua integralidade no dia 18 de setembro 

(link para o veto: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Msg/Vet/VET-400.htm).
 Diante deste veto e do desafio que representa derrubá-lo, procuramos a Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ) e o assessor Wagner Fraga Friaça, do Senador Sérgio de Souza, que nos expuseram a possibilidade de uma derrubada parcial do veto da Presidência, mantendo a regulamentação e retirando a criação do conselho profissional.


 Segundo Wagner Friaça, em dois dias será criada uma comissão entre os Senadores e Deputados que irão analisar o veto presidencial. Estes parlamentares terão um prazo de um mês para apresentarem ao Congresso Nacional um relatório para o dia da votação. Sendo ou não apresentado o relatório, a votação do veto acontece e todos os parlamentares (Senadores e Deputados) participarão da votação. A divulgação dos nomes dos Senadores e Deputados  desta comissão será feita em breve.

 É importante que os parlamentares no dia da votação estejam cientes do projeto de lei nº 390/08 e de sua importância para a preservação do Patrimônio Cultural brasileiro. Para isso, teremos que montar uma estratégia simples e eficiente, seguindo a orientação do assessor Wagner Friaça, com as seguintes ações:

 1º) Enviar cartas de apoio ao projeto nº 390/08 aos parlamentares escolhidos para fazerem o relatório. Principalmente de instituições como IPHAN, IBRAN, BN, FUNARTE, museus Federais, Estaduais, Municipais, Faculdades de Restauração e áreas afins (UFMG, UFRJ, UFPel, UFBA, USP, PUC, UFRGS,...), cursos tecnológicos, técnicos, centro de estudos,  associações nacional e estaduais ( ABRACOR, ABER, APCR, ARCO.IT, ACOR, ACCR), e todas aquelas que se sintam tocadas pelo tema. Estas cartas deverão ser encaminhadas também por email.

 2º) Individualmente poderemos enviar, desde hoje, mensagens de apoio ao projeto nº 390/07 para os 81 senadores e 513 deputados. É importante que estas mensagens sejam reenviadas até o dia da votação para chamar a atenção dos nossos representantes.

 Os endereços dos parlamentares estão disponíveis nos sites do Senado: www.senado.gov.br e Câmara:http://www2.camara.leg.br/.

 3º) Contatar Deputados Federais e Senadores de seus estados e pedir apoio através de ligações telefônicas, emails e cartas.

 4º) No dia da votação (ainda não definido) estaremos em Brasília para pedir pela derrubada parcial do veto ao projeto nº390/07 e gostaríamos de contar com a presença do maior número de pessoas possível.

 5º) Repasse esta mensagem para sua rede de relações para que possamos divulgar nossas ações do Oiapoque ao Chuí.

 A regulamentação da profissão de Conservador-Restaurador evitará a destruição por mãos inabilitadas do patrimônio cultural brasileiro, como aqueles ocorridos na igreja de Nossa Senhora do Carmo de 1762 (Mariana-MG) destruída pelo fogo em 1999 e na Capela São Pedro de Alcântara (Rio de Janeiro-RJ) construída em 1850 e consumida pelo fogo em 2011, além de 20 mil livros da Biblioteca Municipal de Ponta Grossa/PR que serão incinerados este ano por estarem contaminados por fungos.

 Temos pouco tempo, mas contamos com o interesse e atitude de todos os colegas e profissionais da preservação do patrimônio Cultural para mudarmos esta realidade.

  

 Comissão para a Regulamentação da Profissão do Conservador-Restaurador

 A Diretoria



O MANIFESTO
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=d80861bad9&view=att&th=141649cf28f4d4d8&attid=0.1&disp=safe&realattid=f_hlzqr99t0&zw

REDAÇÃO FINAL DO SENADO
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=d80861bad9&view=att&th=141649cf28f4d4d8&attid=0.1&disp=safe&realattid=f_hlzqr99t0&zw

O SACRO NA TATUAGEM

    se a tradução é para lá de ruim, se trata de um               documento importante.


Tatuagens Mágicas da Tailândia

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Cedric Arnold
Cedric Arnold estava em missão na Tailândia, quando ele viu pela primeira vez um trabalhador estaleiro coberto da cabeça aos pés com tatuagens. Este foi o ponto de entrada de Arnold na tradição tatuagem yantra, que remonta a centenas de anos e se estende por vários países do Sudeste Asiático.
O projeto de Arnold, "Ink Sagrado", consumiu quatro anos e meio de sua vida e levou toda a Tailândia para cobrir essa tradição em sua totalidade, das cerimônias gigantes para os devotos para as tatuagens raras que só são encontrados em certas partes do país.
Incorporando elementos do Budismo, Animismo, Bramanismo e Hinduísmo, a tradição é acreditado para voltar até o século IX, e não há sequer evidência histórica de soldados vestindo as tatuagens para a proteção no campo de batalha durante os séculos 16 e 17.
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Cedric Arnold
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Cedric Arnold
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Cedric Arnold
Tatuagens Yantra ainda se acredita ter poderes místicos e pode ser usado na pele ou desenhado em outras superfícies. Uma vez visto como a marca de gangsters ou até mesmo assassinos, a tradição tem se tornado cada vez mais popular e caro. Yantra atraiu a atenção internacional quando Angelina Jolie tem duas das tatuagens em uma viagem a Bangkok. Agora os turistas viajam para lá especificamente para começar com tinta, ea subcultura tem atraído muita atenção da mídia.
"Eu queria fazer algo muito mais pessoal", disse Arnold. "Eu escolhi 25 pessoas que eu achei muito interessante, e eu reduzi-lo a 15 para a série final. Eu queria saber muito sobre eles. "
Durante todo o curso do projeto, ele se deparou com uma grande variedade de pessoas para quem o yantra é um modo de vida, incluindo um boxer, um monge, um trabalhador da construção civil, um policial e um motorista de táxi. Ele também foi amigável com os mestres tatuagem, que deixá-lo nos bastidores das cerimônias complexas que fazem parte do processo de tatuagem.
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Cedric Arnold
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Cedric Arnold
Ele viu os homens entram em transe durante as cerimônias de-pulando ao redor e arranhando o ar quando receber uma tatuagem de um tigre, ou encolhendo mais e rir descontroladamente quando fazer uma tatuagem de um sábio hindu. Arnold também aprendeu sobre a tinta envolvidos.
"A tinta é tinta tradicional chinesa, mas há cinzas, veneno de cobra, todos os tipos de coisas", disse Arnold. "É muito mais uma mistura de vodu, uma espécie de poção de bruxas de uma forma. Há alguns rumores realmente selvagens sobre certos mestres da tatuagem que tem todos os tipos de coisas malucas lá. Um povo líquidos descrever como corps de óleo, colhidas a partir de cadáveres ".
Ter acesso a este mundo envolvido superar um obstáculo especial.
"Se você não está tatuado-se em certos mundos tatuagem, as pessoas estarão muito desconfiados e não deixar você entrar Expliquei isso foi um projeto pessoal, e eu queria entender as coisas. Quando eles me perguntaram por que eu não tenho tatuagens, eu disse, 'Eu não pertenço a este sistema de crenças, então eu acho que seria desrespeitoso para mim conseguir um. "
Há também dificuldades técnicas. Em um ponto, Arnold decidiu tentar tirar uma foto de um de seus assuntos com a sua última folha de filme Polaroid 55. Ele tinha 17 anos fora da data, então, quando Arnold olhou para a impressão, foi danificado com muitas manchas e marcas. Ele amava como parecia, no entanto, em seguida, trabalhou incansavelmente para re-criar o efeito com produtos químicos.
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Cedric Arnold
Arnold também descreveu o projeto como uma jornada intelectual. Ele sempre foi curioso sobre a superstição, e aprofundar essa subcultura ajudou a entender muito sobre o seu papel na sociedade tailandesa, assim como mudanças yantra e se torna mais comercial.
"Tatuagens Yantra vão mais mainstream, ao longo das linhas de tatuagem ocidental.Mas o aspecto espiritual da prática em uma sociedade moderna, mas supersticioso como a Tailândia, sem dúvida, mantê-lo de tornar-se uma mera declaração de moda, pelo menos por agora ", escreveu Arnold.
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