Estas apresentações, primeiro na Igreja de São Francisco, depois na Catedral e agora no Palácio Rio Branco, foram uma iniciativa do próprio governador, Jaques Wagner.
Infelizmente, o artista mergulhou no lamaçal da costumeira burro-cracia baiana e nada foi divulgado na imprensa. Ou seja, muito trabalho, muito gasto, para pouco resultado.
Mas não é novidade no centro histórico de Salvador...

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